Estamos animados em compartilhar que, mais uma vez colocamos a Movile e a Wavy como empresas de destaque em tecnologia no Vale do Silício! Semana passada nós apresentamos nossos casos de uso da ferramenta Redis na  RedisConf18, que aconteceu em São Francisco, na Califórnia.

Durante os Keynotes de abertura, a sessão que nos chamou  atenção foi a do Salvatore Sanfilippo, criador do Redis, que hoje trabalha na vertente open-source da ferramenta. Ele deu ênfase na utilização da ferramenta em diferentes casos de uso e, principalmente, falou da nova funcionalidade de Stream que, ainda em fase de desenvolvimento, está sendo implementada nativamente. Segundo ele, mais de 7000 linhas de código ainda precisam ser revistas e algumas melhorias serão feitas.

Os módulos do Redis, com suporte a partir da versão 4.0 da ferramenta, foram destaque na conferência, através deles é possível estender as funcionalidades padrão para casos de uso mais específicos, apresentamos alguns exemplos de módulos que ouvimos falar:

  • implementação nativa de bloom filters;
  • módulo de indexação e busca, RedisSearch;
  • módulo para tratamento e persistência de grafos;
  • módulos para tratamento de persistência de estruturas de dados mais complexas, como documentos, por exemplo;
  • implementação de uma fila de prioridades;

Ficou claro o posicionamento da RedisLabs no mercado. Com módulos para persistir  documentos, grafos, indexação de dados, mais a funcionalidade nativa de Stream, eles querem que o Redis seja usado como ferramenta primária de persistência de dados e processamento de dados de alto desempenho, assim como consolidar o mercado de forma a se utilizar somente uma ferramenta na camada de dados, o próprio Redis. Além disso, percebemos que o foco é solucionar um dos maiores calcanhares de Aquiles do Redis: o uso de Redis em múltiplos datacenters geograficamente separados. A solução que eles estão implementando na versão closed source do Redis é também bastante original, baseada em um tipo de estrutura de dados especial chamada CRDT (Conflict-free Replication Data Type).

Se isso realmente acontecerá de forma consistente, não sabemos. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos. O que sabemos é que eles têm muito trabalho pela frente para desbancar outras ferramentas que hoje são padrão de mercado.

Tendo como base as palestras que assistimos, vemos que o que conseguimos produzir aqui no Brasil não deixa nada a desejar. Temos totais condições de montar soluções técnicas arrojadas utilizando o Redis no cenário de sistemas distribuídos e de alto desempenho.

Ainda não conhece o Redis? Gostaria de saber um pouco mais sobre como a gente usa essa tecnologia aqui na Wavy? Então, junte-se a nós no webinar que faremos apresentando nossos cases no dia 25 de maio, às 18h. Clique aqui e inscreva-se para receber todas as informações no seu e-mail!

Posted by:Eiti Kimura

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