Se você ainda não sabe, fintechs são empresas que usam tecnologia, para oferecer produtos e serviços financeiros de forma inovadora. Agilidade nos processos, praticidade para realizar operações e custo mais baixo formaram o tripé que impulsionou o boom deste segmento. Seu rápido crescimento se deu, por conta do acesso que pessoas desbancarizadas, pequenos e médios empreendedores, desprestigiados pelas grandes instituições, passaram a ter a serviços e condições financeiras, antes restritas a grandes companhias.

Por que mover dinheiro?

Para quem possui um negócio B2B e presta serviço a lojistas, entrar no mercado de pagamentos pode ser uma oportunidade única. Muitos negócios hoje identificaram oportunidades de atuar nesse setor para criar ofertas nichadas e de alto valor.

Um exemplo disso é o iFood, hoje o maior parceiro Zoop e que também faz parte do Grupo Movile, que aplica a plataforma em múltiplas frentes. Uma delas foi na criação de uma solução de pagamento presencial com maquininhas para entregadores que, integrado ao sistema de pedidos do iFood, assume automaticamente o papel de diferentes estabelecimentos de acordo com o pedido. Desta forma, o iFood elimina a necessidade de um entregador retornar ao restaurante para devolvê-la. Além disso, o dinheiro captado nas vendas passa a ser gerenciado pelo iFood que será o responsável por definir a forma de remuneração dos estabelecimentos, parceiros comissionados e, eventualmente, fornecedores, além de oferecer serviços financeiros a partir dos recebíveis de cartão.

Apesar das oportunidades, as dificuldades para se implementar uma operação neste segmento afastam empreendedores do setor. A primeira frase que vem à cabeça pode ser: “eu preciso me tornar um subadquirente”. Até hoje, qualquer empresa que queira ter o sufixo Pay atrelado a sua marca precisava se adequar a diversos aspectos regulatórios que desviam o foco do seu negócio. Além disso, desenvolver tecnologia robusta e segura, atendendo as entidades certificadoras do setor, também é um ponto de atenção.  

Neste contexto, a Zoop – uma Fintech Enabler – desenvolveu uma plataforma completa para seus parceiros criarem produtos financeiros com pequenas integrações e customizações de software endereçando todos aspectos legais, financeiros e tecnológicos. Isso possibilita que eles se rentabilizem com transações de cartões, por exemplo.

Fazendo uma analogia: a Zoop busca seguir os passos da Amazon. Assim como a companhia americana criou uma estrutura de computação na nuvem, a Amazon Web Services (AWS), e disponibilizou serviços computacionais a todas as empresas através da internet, – o que antes era restrito a grandes organizações -, a Zoop trabalha para viabilizar uma nuvem de serviços financeiros que permita que qualquer negócio possa criar fintechs e mover dinheiro facilmente. Tanto grandes players do setor de pagamentos, como startups, podem se beneficiar dos múltiplos módulos da plataforma da Zoop.

O Brasil e a América Latina têm presenciado o surgimento  de centenas de marketplaces e plataformas que viabilizam novos negócios para estabelecimentos comerciais e indivíduos.  Exemplos mais famosos são a Linx, o próprio iFood e a 99, primeiro unicórnio brasileiro. Estas empresas já demandam soluções de pagamentos mais sofisticadas, não querem ficar dependentes dos grandes players e, por movimentarem centenas de milhões de reais por ano, querem ser remuneradas por estas transações e gerenciar o dinheiro de seus vendedores.

Queremos aumentar a velocidade do dinheiro

A plataforma Zoop começou a ser construída em 2013, quando os sócios Fabiano Cruz e Rodrigo Miranda perceberam a dificuldade que existia para negócios B2B que queriam construir soluções inovadoras, se integrar com a cadeia de pagamentos.

Ao mesmo tempo, naquele momento, o Banco Central dava luz à abertura do mercado – o que abriu oportunidade para novos players. Muitos devem lembrar que, até essa época, os lojistas nos perguntavam no ato da compra se o cartão para pagamento seria Visa ou Mastercard. Até então existiam somente duas empresas com licença exclusiva das principais bandeiras para processar cartões de crédito no Brasil.

A partir daí, começamos a construir uma estrutura tecnológica robusta na nuvem, de forma que auxiliasse os parceiros a criarem suas próprias fintechs que atendessem às necessidades dos seus segmentos. Através da tecnologia, facilitamos a integração com todo o sistema financeiro e regulatório da cadeia de pagamentos, possibilitando nossos parceiros de se tornarem fintechs.

Pensando sob outra ótica, somente 35% do consumo das famílias brasileiras é pago com cartão, enquanto em países desenvolvidos esse número chega a 55%. Como ainda existe um grande volume de transações comerciais em dinheiros físico e cheque, as fricções para se concretizar negócios ainda existem (pessoas tem que ir ao banco sacar dinheiro ou receber o dinheiro em uma conta bancária e comandar manualmente múltiplas transferências por exemplo).

A Zoop nesse contexto é uma alavanca para transformar dinheiro físico em digital e facilitar a movimentação de dinheiro, uma vez que funciona como um motor de novas fintechs.

Decolando

No ano de 2018, a Zoop deu um incrível salto na sua operação, atingindo a marca dos 4.000% de crescimento de volume financeiro transacionado em sua plataforma. Além disso, crescemos o time de 30 para 120 colaboradores e geramos mais de 1.000 empregos indiretos.

Cerca de 500 negócios B2B estão usando a plataforma, o que significa que muitos lojistas clientes de empresas como o iFood, estão usando indiretamente tecnologias Zoop. O histórico de nossos principais executivos soma anos de experiência no setor de tecnologia e mercado financeiro, com passagens por companhias como Siemens, IBM, Nokia, Microsoft, Redecard, Citibank, Qualcomm, BCG entre outras.

Além do Grupo Movile, são parceiros da operação os fundos estrangeiros Qualcomm Ventures, Riverwood Capital e o mexicano Avalancha Ventures.

Posted by:Natascha Rauen

Performance Marketing at Zoop

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