Movile Pay: conheça a nova fintech do Grupo Movile

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Movile Pay: conheça a nova fintech do Grupo  Movile

Qualquer empresa que tenha a tecnologia como o cerne do seu negócio enfrenta desafios no momento de escolher o melhor conjunto de ferramentas, linguagens e frameworks (stack) para comportar o seu crescimento.

Na mais nova fintech do Grupo Movile, o desafio não é diferente. A Movile Pay é uma empresa fundada com o objetivo de prover, dentre outras soluções, meios de pagamentos e carteira digital para o público B2C, e aqui o desafio tecnológico é constante. 

Além dos obstáculos enfrentados pelas startups tradicionais, como escalabilidade, resiliência e performance, as fintechs possuem um desafio adicional de cumprir com toda a regulamentação do mercado financeiro. 

A escolha de uma stack que atenda a todos estes requisitos e ainda garanta rapidez de mudança de regras é essencial para a sobrevivência neste mercado.

No momento da escolha de uma stack tecnológica é de extrema importância que a empresa leve em consideração não apenas o conhecimento interno do seu time técnico, mas principalmente, a infraestrutura e o potencial de crescimento que a stack irá prover à empresa. 

Não faz sentido escolher uma linguagem ou um framework com a justificativa da existência de conhecimento interno, se futuramente isso pode causar limitações à estratégia, problemas de performance ou incapacidade de responder rapidamente a avanços da concorrência. Assim, deve-se ter em mente que o takt time é tão importante quanto o time to market.

O dilema do Takt Time vs Time to Market e o que temos sempre em mente para a Movile Pay

Takt time é um termo de origem alemã muito utilizado em engenharia de produção. Ele simboliza a cadência ou o tempo necessário para que um produto seja produzido em um sistema de Lean Manufacturing

Em engenharia de software, pode-se dizer que o takt time é o tempo necessário para que uma feature seja concebida, desenvolvida e colocada à disposição dos usuários, isto é, tempo necessário para sair de uma especificação e ir para a produção. 

Quanto menor for o takt time, maior é a capacidade da empresa de reagir às mudanças do mercado, aprender com seus clientes e competir de forma mais assertiva.

 

O Time to Market por sua vez é o tempo necessário para se lançar uma feature em produção.

Embora estes dois conceitos pareçam muito semelhantes, e, na maioria das vezes, eles vão medir o mesmo tempo, a motivação e as ações por trás deles são muito diferentes.[

Para garantir um baixo time to market, isto é, lançar uma feature o mais rápido possível, muitas startups costumam abrir mão de qualidade, planejamento e processo.

Isto pode gerar um resultado positivo do curto prazo, mas tende a deteriorar de forma significativa o takt time no longo prazo. Depois de 6 meses tomando atalhos e fazendo “gambiarras” com o objetivo de lançar o mais rápido possível, o software torna-se de difícil evolução e a agilidade é toda corroída pela ansiedade e imprudência.

Quando tratamos de fintechs, este movimento é ainda mais acentuado, pois um software de difícil evolução, além de reduzir a competitividade da empresa, ainda reduz  sua capacidade de responder às legislações financeiras.

Assim, toda a escolha de stack na Movile Pay leva em consideração não apenas conhecimento e facilidade de entrada em produção, mas também a capacidade de garantir baixo takt time e boa resposta às demandas estratégicas da companhia.

A Stack Atual

A Stack está atualmente fundada nos pilares JVM/Kotlin com acessos a Redis e Postgres para as aplicações de backend e NodeJs/React para as aplicações frontend. 

Todas as aplicações são estruturadas em microsserviços sendo executadas em containers e orquestradas por Kubernetes. 

Todo este conjunto é executado na infraestrutura provida pela Amazon Web Services (AWS) – o que garante, dentre outras coisas, a possibilidade de utilização de notificações SNS e SQS, AMQP. 

A maior parte da infraestrutura é provida como Infrastructure as a Service, assim, sem a necessidade de configuração e manutenção.

Além das aplicações tradicionais, existem  também diversas funções lambdas com objetivos e regras específicos.

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Próximos passos

A stack supracitada nasceu da necessidade de atender ao time do market, sem deixar de lado a capacidade de evolução. 

Como próximos passos, o time estuda a introdução de novas tecnologias que possam alavancar ainda mais o crescimento, capacidade de escala e reduzir o takt time.

Dentre elas estão:

  • Utilização de GraphQL para a execução de consultas pelo frontend. O objetivo central é garantir maior velocidade e flexibilidade no desenvolvimento de features por parte do time de frontend;
  • Inclusão de gRPC para as comunicações internas entre os serviços com o objetivo de facilitar a definição de contratos e garantir velocidade;
  • Introdução da linguagem Go em alguns cenários que não demandem constantes alterações de entidades e domínios, com o objetivo de reduzir o tempo de desenvolvimento, build, deploy e alavancar performance das aplicações.

O ponto central destes próximos passos é garantir ainda mais capacidade de crescimento buscando sempre encontrar a melhor ferramenta para o desafio a ser enfrentado.

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