Pesquisadores, empresários, cientistas, investidores e acadêmicos e outras personalidades da vida pública brasileira foram convidados pela ÉPOCA a comentar o ano de 2018. Eles responderam a pergunta “O que aprendi em 2018”. Veja o que eles disseram nos depoimentos abaixo.

Fabricio Bloisi

fundador e presidente da Movile, conglomerado de startups fundado há 20 anos em Campinas e uma das principais acionistas da iFood, que captou US$ 500 milhões em novembro, valor mais alto já captado por uma empresa de tecnologia brasileira numa rodada de investimentos. Bloisi pretende viajar ao espaço, como turista, até 2022

É preciso pensar sempre grande. O ano de 2018 foi aquele em que a área de tecnologia do Brasil recebeu a maior quantidade de aportes, com valores muito maiores que nos anos anteriores — muitos bilhões de reais foram investidos em startups. Várias empresas fizeram IPOs (sigla em inglês para estreias na Bolsa de Valores) importantes de até US$ 10 bilhões. Apesar do desânimo que às vezes cerca os brasileiros, aprendemos que é possível, sim, criar empresas globais e muito grandes de tecnologia e internet em nosso país. Estamos só começando, mal posso esperar por 2019! No campo pessoal, aprendi em 2018 que equilíbrio é possível. Apesar da rotina workaholic, aprendi que é possível (e necessário!) equilibrar melhor trabalho e saúde, dedicando mais tempo para ler, estudar e estar mais próximo dos amigos e família. Hoje, além de trabalhar muito em algo de que gosto, consigo conciliar bem minha rotina.

https://epoca.globo.com/personalidades-da-ciencia-economia-brasileira-comentam-2018-23346280

Posted by:Carolina Martins

Graduada em Relações Públicas na Universidade Anhembi Morumbi, parte do time de Marketing & Communications do Grupo Movile e Wavy, sou apaixonada pelo universo da comunicação e acredito fortemente no valor que ela tem para ser um bom canal de contato entre marcas e pessoas.

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