5 Dicas para ser aprovado(a) no estágio dos seus sonhos!

Compartilhe

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin

Desde que fiz uma visita no escritório da Movile em São Paulo, em 2017, fiquei totalmente apaixonada pela empresa e pela cultura do Grupo. As pessoas, o ambiente, o sonho de construir algo gigante e impactar a vida de 1 bilhão de pessoas fez muito sentido para mim. 

Olhei a vista da janela e refleti “um dia eu ainda vou trabalhar em uma empresa como essa”. Fui embora naquele dia com um único pensamento: “Me contrata por favor Movile, eu nunca pedi nada”.

E não é que o início de um sonho deu tudo certo? 

12

Depois de um ano de estágio fui efetivada e hoje sou Analista no time de Gente da Movile. Eu olho para a vista daquela janela todos os dias (antes do home office rs) e a paixão pelo nosso propósito só cresce! 

Nos últimos meses, aprendi muito sobre recrutamento e seleção, e por isso escrevi este artigo para ajudar você a mandar bem no processo seletivo do programa de estágio da sua empresa dos sonhos! Eu escrevi o artigo que gostaria de ter lido um ano atrás. Vamos lá? 

Dica 1: Pesquise sobre a cultura das empresas antes de se candidatar!

Um dos erros do(a) jovem universitário(a) em busca de um emprego é: se inscrever em toda e qualquer vaga que vê pela frente (ÓBVIO que as contas não se pagam sozinhas e bem…não é todo mundo que pode “se dar ao luxo” de escolher, precisamos trabalhar, não é mesmo?). 

Mas é possível ser muito mais assertivo nesse processo, economizando tempo e recursos!

Uma forma de fazer isso é justamente pesquisar sobre a cultura da empresa antes de se candidatar. Como é aquele ambiente? Como as pessoas ali pensam? Os valores combinam com o que você preza?

Invista seu tempo e recursos em lugares que combinam você, com o que você acredita e onde você quer chegar. Dessa forma, a probabilidade de você se identificar com a empresa e a empresa se identificar com você – e consequentemente você ser aprovado(a) – é muito maior!

O mais legal sobre cultura de empresas é que não existe cultura certa ou cultura errada. Assim como as pessoas, que são diferentes, têm sonhos diferentes, valores e comportamentos diferentes, também acontece com as empresas – cada uma tem a sua e está tudo bem – o importante é encontrar aquelas que combinam com você. 

Um exemplo bem simples: se você gosta de processos muito bem definidos e acha ótimo trabalhar com roupas sofisticadas, às vezes uma empresa com uma cultura mais tradicional faça mais sentido. 

Mas se você gosta de fazer as coisas sempre de forma diferente, sem seguir um padrão e se sente muito mais confortável trabalhando com a camisa do seu time de futebol, uma startup pode ser uma melhor opção. 

Pense em questões como: Você acredita na missão e na visão desta empresa? Os valores são parecidos com os seus princípios? O ambiente faz sentido para você? Você se vê trabalhando neste lugar?

Eu, por exemplo, sou vegetariana e no desespero de achar um estágio logo, participei de um processo seletivo em uma empresa…. de carnes… Sério? Qual a chance disso dar certo? Qual a chance de eu ter sido aprovada e de não me sentir frustrada com isso? 

Se possível, vale a pena focar nas empresas que façam sentido para você e as chances de rolar uma aprovação são maiores!

Dica off: Se quiser aprender mais sobre cultura de empresas confere esse artigo escrito pela Nat Zeferino, nossa Gerente de Cultura! 

Dica 2: Grupos estudantis e atividades extracurriculares – não adianta só entrar, tem que ter HISTÓRIAS PARA CONTAR!

Todo mundo sabe que existem inúmeros grupos estudantis que proporcionam atividades extracurriculares incríveis para a formação de um jovem talento: centros acadêmicos, empresas juniores, AIESEC, Enactus, Codelabs, incubadoras, grêmio estudantil, ligas universitárias, atléticas, times de esporte, grupos de estudos, trabalhos voluntários e muitos outros! 

Mas a minha dica vai além de simplesmente entrar em uma dessas atividades extracurriculares, porque não basta só entrar, é importante participar, ter HISTÓRIAS PARA CONTAR! 

É exatamente isso que os(as) recrutadores(as) querem ouvir: suas histórias, seus erros e acertos, o que você aprendeu na sua jornada. 

Para mim, não tem coisa pior do que em uma entrevista me perguntarem “Como foram seus projetos na entidade X?” e o(a) jovem talento responder: “éee… hmmmmm… então… é, não lembro muito.” 

Recrutadores(as) querem saber como foi virar a noite para dar conta daquela prova e entregar o projeto para o cliente da empresa júnior, ou como foi não ter batido a meta de vendas da festa do centro acadêmico e na véspera do evento ter que visitar todas as faculdades da cidade vendendo ingressos para alcançar o resultado esperado. Como um trabalho voluntário fez sentido para a sua vida e como você concilia essa participação com a faculdade.

Por isso, não adianta fazer atividades extracurriculares para colocar no currículo (acredite, entrevistadores(as) são criaturas mágicas e eles percebem tudo), tem que ter participação, entrega, conquistas, perrengues… Tem que fazer acontecer!

Mas, Cami, e eu que nunca consegui participar de um grupo estudantil porque tive que trabalhar a graduação inteira? A dica continua a mesma: tenha histórias para contar! 

Quais os projetos mais desafiadores no seu antigo emprego? O que você aprendeu? Como as situações mudaram você?

Você teve algum hobbie na sua vida? Um time de vôlei? Uma turma de ballet? Tenho certeza que nesses “lugares” existem experiências que impactaram positivamente a sua vida profissional. 

E lembre-se: não pense que suas experiências são irrelevantes, vendeu bolo no ensino médio para ajudar em casa ou para comprar uma bicicleta? Também são histórias para contar!

Fazer além sempre vai ser extremamente rico para o desenvolvimento pessoal e profissional de qualquer pessoa :)

Dica 3: Seja você mesmo(a), não precisa ser perfeito(a)!

É muito comum em processos seletivos a gente falar o que a gente ACHA que as pessoas querem ouvir e não o que realmente acreditamos. 

Quem nunca em uma pergunta sobre “seus ponto fracos” tentou transformar um ponto positivo em um ponto fraco para não encarar, de fato, o que você precisa desenvolver? 

Uma situação clássica de processos seletivos: 

– O que você precisa desenvolver/fale sobre seus pontos negativos?

– Ah, então… eu sou muito perfeccionista, isso é ruim para mim! 

Perfeccionista? Isso é mesmo um ponto que precisa de desenvolvimento? Quais consequências negativas esse perfeccionismo te traz? Como isso impacta a sua vida negativamente? Seja mais profundo(a).

Aqui na Movile usamos uma famosa frase que se aplica (e ajuda) em muitos momentos, o “Face the brutal facts”. Você fez algo errado, ou está com alguma dificuldade? Tudo bem, faz parte, agora: como vamos corrigir isso e fazer cada vez melhor? 

Somos seres humanos e ninguém é perfeito e, por isso, (já deixando spoilers da próxima dica) é importante nos conhecermos, entender nossos pontos fortes e as nossas dificuldades e sermos sinceros nos processos seletivos que participamos. 

Não precisa ter medo de realmente falar sobre as dificuldades que você tem e, principalmente, como você está buscando melhorá-las! 

Isso demonstra que você tem conhecimento sobre si e que quer ser melhor a cada dia. E é isso que realmente importa :)

Promete que vai falar a verdade para recrutadores(as)?

Deixa eu te contar mais um segredo: as empresas têm (ou deveriam ter pelo menos) um papel importante de te ajudar a lidar com dificuldades e buscar auxiliá-lo(a) na jornada de te fazer um(a) profissional melhor!

Por isso, é bacana estar em lugares que vão te ajudar a crescer e se desenvolver, principalmente nos pontos que você gostaria de melhorar. 

Dica 4: Autoconhecimento É TUDO!

A minha jornada com autoconhecimento começou dentro da Movile. Até então, eu achava que era meio papo furado…até um belo dia em que eu estava 100% triste e, bom, comecei a chorar em horário comercial. 

Meu gestor (fofo que é, obrigada por tudo @Matheus) me levou para um “Casulo” (umas das salas pequenininhas de fazer reuniões no escritório), me deixou  chorar, fez um exercício de respiração comigo e perguntou: 

-O que te fez sentir assim? 

Conversamos sobre o ocorrido e ele me ajudou a entender a “raiz do problema”. 

Aquilo mudou tudo! 

Eu entendi como eu reajo em situações adversas e principalmente como eu poderia lidar com elas dali em diante, e isso fez toda a diferença. 

Por isso é muito importante buscar conhecer a si mesmo(a), entender como reagimos em determinadas situações, entender nossos pontos fortes e o que precisamos de melhorias – para que as pessoas a nossa volta nos ajudem a evoluir ou mesmo para entender se o lugar que você quer trabalhar pode te ajudar a melhorar nesses pontos. 

E isso é um trabalho contínuo!

Eu tenho certeza que se eu tivesse aprendido um pouquinho mais sobre autoconhecimento quando eu estava prestando processos seletivos de estágio, naquela época teria sido muito melhor e muito mais proveitoso para mim. 

Se quiser saber mais sobre o assunto, temos um artigo sobre Liderança e Autoconhecimento, também escrito pela Nat, no blog da Movile. 

PS: buscar autoconhecimento não é terapia e jamais vai substituir ajuda profissional! Se você acha importante, busque um(a) profissional que possa te ajudar nessa jornada. 

Dica 5: Aproveite a jornada e aprenda muito!

Clichê, eu sei, mas é a mais pura verdade! 

Encarar os processos seletivos como formas de aprendizado, faz toda a diferença (pelo menos para mim) em lidar com a ansiedade do momento e fazer ajustes para as próximas vezes. 

Recebeu uma resposta negativa de um processo? É legal entrar em contato com a empresa e responsáveis para entender o que você poderia ter feito de diferente. Esse tipo de feedback (em conjunto com as informações que você já sabe sobre a cultura da empresa) pode ajudar muito, principalmente quando a resposta negativa vem, por exemplo, de uma dinâmica em grupo, em que as vezes não sabemos se falhamos por não demonstrar nossa opinião, se fomos “agressivos” ou não tivemos uma postura adequada. 

Quer outra dica sobre dinâmicas em grupo? Avaliadores estão mais preocupados com a sua postura, a forma como você se comunica, a forma com que lida com as outras pessoas e se isso faz sentido para a empresa, do que com o conhecimento técnico que vai estar sendo passado por você ali.

Exemplo: aqui no Grupo Movile temos um ambiente amigável, faz parte da nossa rotina pessoas ajudarem umas às outras para alcançar um resultado ou bater uma meta. Mesmo que a meta não seja necessariamente sua, as pessoas estão dispostas a ajudar outras, para fazer outros times alcançarem seus objetivos também. 

Então, em uma dinâmica em grupo nossos avaliadores estão atentos se os(as) candidatos(as) vão se posicionar desta forma também, se vão liderar a equipe, se vão buscar construir algo juntos. 

Em uma empresa com um ambiente mais competitivo, pode ser que em uma dinâmica em grupo eles estejam atentos sobre como você se destaca em relação às outras pessoas, por isso a importância de conhecer a cultura como falei lá na dica 1.

Neste artigo maravilhoso da Rapha Silva, Analista de Gente em PlayKids, ela dá umas dicas de processo seletivo para pessoas LGBTI+, mas acredito que pode ajudar todas as pessoas!

Mas o principal é isso: aproveite a jornada para aprender muito!

Depois de um ano de aprendizados e muitos desafios, fui efetivada no palco do Movile Experience (a etapa presencial do Mobile Dream, nosso programa de estágio e jovens talentos) com as amigas que eu gosto, em uma surpresa inesquecível feita pela Movile <3

A minha empresa dos sonhos continua me surpreendendo a cada dia e eu espero que essas dicas te ajudem a ser aprovado(a) na sua empresa dos sonhos também!

Dica Extra: USE O LINKEDIN!

Dica extra pra vocês: o LinkedIn é o novo currículo, pessoal. 

É por lá que recrutadores(as) buscam perfis, por isso, promete que vai deixar tudo o mais atualizado (e lindo) possível por lá? 

Descreva em detalhes tudo o que vocês já fizeram, suas competências, cursos e responsabilidades! Sério, isso ajuda demais :) 

E para finalizar…

Espero que você tenha gostado e que essas dicas façam sentido para você!

Se quiser saber mais sobre processos seletivos, do Grupo Movile e do Mobile Dream (nosso programa de estágio e jovens talentos) eu recomendo esses materiais aqui:

Camila Monteiro

Camila Monteiro

Graduada em Marketing pela Universidade de São Paulo e Analista de Employer Branding na Movile. Acredita que as relações humanas e a conexão entre pessoas são capazes de transformar o mundo. Apaixonada por café, plantas e guardar objetos completamente desnecessários.

Deixe um comentário

Categorias

Posts relacionados

Siga-nos

Baixe nosso e-book!

%d blogueiros gostam disto: